Tenho dado por ela, ultimamente, que se fala muito em opções de vida quando se fala em homossexualidade. Programas de televisão são dedicados ao tema com a melhor das intenções e falam em opção. Pessoas são entrevistadas e dizem que respeitam a opção de cada um... Entre muitas outras que oiço no dia a dia, revistas e afins...
Sei que a maioria das vezes não é por mal que as pessoas se referem à homossexualidade como uma escolha, mas não é a realidade.
A homossexualidade não é uma escolha, as pessoas não escolhem ser homossexuais ou heterossexuais. Ser homossexual é ter uma orientação sexual diferente de um heterossexual. Existem vários tipos de orientação sexual, podemos ser hetero, bi ou homossexuais, mas nenhuma delas é uma escolha.
Senão vejamos, acham que alguém no seu perfeito juízo escolheria pertencer a um grupo minoritário de pessoas que são discriminadas a todos os níveis? Se fosse uma escolha, para que raio as pessoas iriam prejudicar-se tanto a elas próprias escolhendo pertencer a uma "categoria" que lhes trás tantos dissabores, injustiças e falta de direitos legais.
sábado, 4 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
New York New York
Frozen in Grand Central Station
"This is a prank on a "grand" scale. Over 200 people gathered at Grand Central Station in New York to pull off a 'frozen in place' act. The onlooking travelers who weren't part of the act were mystified as to what was going on."
"This is a prank on a "grand" scale. Over 200 people gathered at Grand Central Station in New York to pull off a 'frozen in place' act. The onlooking travelers who weren't part of the act were mystified as to what was going on."
O intervencionsimo tardio de Marco Paulo

Canção Proibida 1978
Uma canção foi proibida,
Antes de ser canção de alguém,
Numa gaveta foi escondida,
p’ra não pertencer a ninguém
Mas hoje o tempo é mais verdade
E não tem medo da canção
Que anda no campo e na cidade
Livre como a voz da razão
A canção andou por aí,
Qual ave solta na manha de primavera
A canção mais bela que ouvi
Depois de tanto tempo à sua espera
Todos nós iremos cantar
Aquela paz feita canção da nossa vida
Não se conhece o autor, mas essa canção de amor
Nunca mais há-de ser canção proibida
Mas hoje o tempo é mais verdade
E não tem medo da canção
Que anda no campo e na cidade
Livre como a voz da razão
A canção andou por aí,
Qual ave solta na manha de primavera
A canção mais bela que ouvi
Depois de tanto tempo à sua espera
Todos nós iremos cantar
Aquela paz feita canção da nossa vida
Não se conhece o autor, mas essa canção de amor
Nunca mais há-de ser canção proibida
Uma canção foi proibida,
Antes de ser canção de alguém,
Numa gaveta foi escondida,
p’ra não pertencer a ninguém
Mas hoje o tempo é mais verdade
E não tem medo da canção
Que anda no campo e na cidade
Livre como a voz da razão
A canção andou por aí,
Qual ave solta na manha de primavera
A canção mais bela que ouvi
Depois de tanto tempo à sua espera
Todos nós iremos cantar
Aquela paz feita canção da nossa vida
Não se conhece o autor, mas essa canção de amor
Nunca mais há-de ser canção proibida
Mas hoje o tempo é mais verdade
E não tem medo da canção
Que anda no campo e na cidade
Livre como a voz da razão
A canção andou por aí,
Qual ave solta na manha de primavera
A canção mais bela que ouvi
Depois de tanto tempo à sua espera
Todos nós iremos cantar
Aquela paz feita canção da nossa vida
Não se conhece o autor, mas essa canção de amor
Nunca mais há-de ser canção proibida
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
O Eclipse
Eu e o Pedro que, habitualmente, ligamos muito pouco a fenómenos astronómicos, acabámos de jantar, em casa (Alfama) e lá fomos para a paragem do eléctrico. Como verdadeiras pessoas de hábitos que somos, costumamos ir tomar café no fim de jantar, sempre no mesmo sítio, no Bairro Alto, o Estádio.
À espera do eléctrico 28... Nesse dia, a lua estava torta!
"Oh Pedro, olha lá, a lua está torta! Alguma vez viste a lua assim!? "
Tentei incansavelmente fotografa-la, mas a minha máquina, que não é grande coisa, não fotografou nada senão um borrão de luz...
"Saímos da órbita" diz ele, ou "a lua mudou de sítio". Eu, a mais derrotista dos seres humanos, disse-lhe que devia ser o princípio do fim do mundo.
"Pelo menos morremos acompanhados um pelo outro" diz. Somos amigos há muitos anos e de uma cumplicidade fantástica. Na realidade, morreríamos bem na companhia um do outro. "Espero ir ainda a tempo de tomar um café antes de morrer"
Viciada em cafeína, acendi um cigarro... O eléctrico chega (porque chega sempre quando resolvo fumar) e lá vamos nós. numa viagem que ainda demora uns 15 minutos. Na praça Trindade Coelho, voltamos a olhar, a lua já não está tão torta, mas o fim do mundo ainda se avizinha! No Estádio o funcionário, que nos conhece há uns bons anos, vem muito bem disposto (coisa rara) e diz-nos:
"Então? Viram o eclipse?" Caras de parvos...
"Oh... É um eclipse?! Eu pensei que fosse o apocalipse..." Fiquei desiludida... Afinal não era nada de especial!
O café soube-me como todos os outros e eu a pensar que seria maravilhoso...
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