quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Malmequer Mentiroso

A minha bisavó Mecas cantava muitas vezes esta música:

Uma das minhas músicas preferidas, por início dos anos oitenta. 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O Novo Acordo Ortográfico

...visto por:
Tal-go (utilizador de um fórum), "Isto para mim é quase como o casamento entre pessoas do mesmo sexo. É tão óbvio, é tão claro que nem vale a pena estar a discutir muito sobre a questão.
A língua não vai ser destruída coisa alguma. Vamos continuar a falar como sempre falámos. Só muda a forma como escrevemos algumas palavras, passando a grafia a representar mais fielmente a fonia. É só isso. Poupem as vossas forças e os vossos recursos revolucionários para uma causa mais social, que de facto seja importante para o nosso país!"

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Dá-me Uma Gotinha de Água

Neste vídeo, ao minuto e cinquenta, a música que eu mais gosto, das que a minha mãe me cantava para adormecer. Cantava muitas vezes a mesma, por insistência minha.



"Quando eu andava contigo
Ia beber ao teu monte
Agora que ando só (bis)
Vou beber a outra fonte"

Era o que a minha mãe cantava. Lembro-me de me fazer confusão o facto da personagem passar a andar só de um momento para o outro, e de pedir explicações sobre a letra da canção. Não me lembro da resposta, mas fiquei esclarecida e tranquila.
Quando cantava:  "entre pedras e pedrinhas, alguma gota há-de haver" Eu imaginava uma pessoa com tanta sede que, procurava água por entre um monte de pedras, numa fonte que eu conhecia bem na altura.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Não há nada que nos proporcione mais saúde mental do que ser católico!

João Paulo II. O Papa que se flagelava em segredo


O sacerdote polaco tornou-se advogado de defesa: passou cinco anos a investigar a vida de Karol Wojtyla para apresentar provas da sua santidade

terça-feira, 23 de novembro de 2010

sábado, 20 de novembro de 2010

Há palavras que nos beijam

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

                 Alexandre O'Neill

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Negócios da Morte

Há uns tempos um concurso de rádio oferecia um funeral como prémio:
http://moscadragao.blogspot.com/2009/07/quem-e-que-quer-ganhar-um.html

Agora aposta-se em nichos de mercado:
Fabricante alemão de caixões funerários lança linha para gays
Um fabricante alemão de caixões funerários decidiu lançar uma linha especialmente desenhada para clientes homossexuais.
Os caixões apresentam decoração homoerótica no exterior e têm um interior luxuoso, afirmam os fabricantes Mike Konigsfeld e Tom Brandl, de Colónia.
Os fabricantes, que vivem juntos há mais de dez anos, defendem que as imagens de jovens musculados em poses clássicas são perfeitas para a última despedida de um ente querido.
«As pessoas cortam nos gastos devido à recessão, mas um dos grupos de consumidores que continua a ter elevado poder de compra são os casais gay, e poucos pessoas oferecem produtos específicos para este target neste mercado», sublinham. 

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